Harmonização musical com IA quando o acorde deixa de ser resposta e vira conversa

Existe um momento curioso na criação musical em que a melodia parece saber exatamente para onde quer ir, mas os acordes ainda não apareceram. Quem compõe conhece bem essa sensação. A linha melódica está ali, respirando, pedindo chão, pedindo cor, pedindo alguma coisa que às vezes não é técnica e nem inspiração pura. É uma escuta mais funda. A entrada da IA nesse ponto não aconteceu por acaso. Foi justamente nesse espaço entre o que já nasceu e o que ainda precisa de forma que ela encontrou seu papel mais interessante.

Muita gente olha para a harmonização com IA como se fosse só um atalho. Digita uma melodia, recebe uma sequência de acordes, decide se gostou ou não, segue a vida. Só que a parte mais rica quase nunca está nesse primeiro resultado. O que realmente muda o jogo é perceber que a IA não precisa ser tratada como geradora de respostas, e sim como provocadora de possibilidades. Quando ela funciona bem, ela devolve ao músico algo precioso, que é a chance de ouvir a própria ideia por ângulos que talvez não surgissem no impulso inicial.

Quando a melodia pede mais do que um acorde bonito

Harmonizar não é vestir uma melodia. Essa imagem até parece elegante, mas empobrece o que acontece de verdade. A harmonia reorganiza a percepção do tempo, do peso emocional e da direção da frase. A mesma sequência de notas pode soar como lembrança, promessa, alívio ou inquietação dependendo do que acontece embaixo dela.

É aqui que a IA chama atenção. Ela não fica presa ao primeiro reflexo de colocar tônica, subdominante e dominante como se toda música estivesse esperando uma solução escolar. Em muitos casos, ela sugere desvios, tensões intermediárias, acordes de empréstimo modal, pequenas fricções e movimentos de baixo que alteram a sensação da melodia sem mexer uma vírgula nela. Isso tem um efeito quase cinematográfico. A câmera continua enquadrando o mesmo rosto, mas a luz mudou, o cenário mudou, a história mudou.

Quem já testou rearmonizar um motivo simples percebe esse impacto rápido. Uma frase em dó maior, harmonizada de forma direta, pode entregar acolhimento. Quando surgem extensões mais densas, um baixo menos previsível ou uma troca de centro tonal bem dosada, a frase deixa de apenas soar bonita e passa a contar outra coisa. A beleza continua ali, só que agora ela tem memória, tensão e algum mistério.

O que a máquina escuta quando você oferece uma ideia

Tem gente que imagina a IA como um ouvido sobrenatural. Não é isso. Ela aprende padrões. Aprende recorrências. Aprende associações entre estilo, contexto melódico, densidade rítmica, distribuição de notas e sensação de coerência. Soa menos romântico quando dito assim, eu sei. Ainda assim, dessa mecânica nasce algo musicalmente útil. Por exemplo, sons sintéticos eram moda nos anos 80 e sabemos que essa característica vem das máquinas, então não é algo tão novo assim a ideia de máquinas gerando sensações.

Quando você entrega uma melodia para um sistema desse tipo, ele não lê apenas notas isoladas. Ele tenta perceber contorno, repouso, impulso, repetição, altura relativa, acentos, regiões de maior tensão. Em trabalhos mais sofisticados, entram também pistas sobre tonalidade, função harmônica, caráter emocional e até o tipo de complexidade rítmica desejada. Então aquele resultado que parece um palpite mágico quase sempre vem de uma pergunta silenciosa que a máquina faz o tempo todo: qual família de soluções costuma sustentar algo assim sem quebrar a fluidez.

Esse detalhe importa porque ele muda a forma de usar a ferramenta. Se o compositor encara a IA como oráculo, tende a aceitar ou rejeitar blocos inteiros de resposta. Quando entende que ela está propondo soluções a partir de padrões aprendidos, o processo fica mais maduro. Em vez de perguntar qual é a harmonia certa, começa a perguntar algo melhor. O que essa sugestão enxergou na minha melodia que eu ainda não tinha escutado.

Aí começa a parte boa. Às vezes a resposta da IA confirma o que o ouvido já suspeitava. Em outras, ela empurra a música para um território improvável. E, sim, de vez em quando ela erra de um jeito quase constrangedor. Só que até o erro pode ser fértil. Um acorde estranho, fora do campo de expectativa, às vezes revela uma porta lateral que ninguém estava procurando.

O perigo do acorde bonito demais

Existe uma armadilha discreta no uso de IA para harmonização. Como muitos sistemas foram treinados para soar convincentes, o resultado tende a nascer polido. Macio. Redondo. O ouvido aceita rápido. O problema é que música memorável nem sempre quer ser redonda.

É comum a IA produzir sequências harmonicamente agradáveis e ao mesmo tempo pouco necessárias. A progressão encaixa, sustenta, não ofende. Só que também não marca. Falta aquele gesto que faz a canção deixar de ser correta e começar a ser sua. Em produção musical isso acontece bastante. A ferramenta oferece um caminho bonito, o criador relaxa, a peça perde personalidade sem perceber.

Boa harmonização não é a que evita qualquer estranhamento. Boa harmonização é a que entende de que tipo de estranhamento a música precisa. Alguns temas pedem transparência. Outros pedem atrito. Há melodias que respiram melhor com espaço harmônico aberto, quase sugerido. Há outras que só ganham corpo quando o acompanhamento aperta um pouco, cria sombra, provoca uma pergunta que o compasso seguinte não responde de imediato.

Usar IA bem exige uma disciplina curiosa. Não basta ouvir se ficou bonito. É preciso ouvir se ficou inevitável. Parece uma exigência alta, mas é justamente ela que separa uma boa assistência criativa de um preenchimento automático sofisticado.

Onde a IA realmente ensina

Talvez o aspecto mais subestimado da harmonização com IA esteja no aprendizado. Muita gente encara essas ferramentas apenas como produtoras de material final, quando elas podem funcionar como um espelho de estudo absurdamente útil.

Imagine um estudante com uma melodia curta e três harmonizações diferentes geradas para ela. Na prática, ele ganhou uma aula comparativa. Uma versão mais diatônica mostra estabilidade. Outra, com substituições e acordes estendidos, altera a temperatura emocional. Uma terceira, mais modal ou com centro tonal ambíguo, mexe na sensação de chão. De repente, conceitos que no papel pareciam abstratos passam a ser ouvidos em contexto.

Tem um detalhe bonito nisso. A teoria musical, quando aprendida só pela regra, às vezes seca. Quando a mesma teoria aparece como escolha audível, ela floresce. O aluno deixa de decorar nomes e começa a reconhecer efeitos. Ele percebe no corpo a diferença entre preparar uma cadência e adiar essa resolução. Entende por que uma nota de melodia pode soar comum sobre um acorde e profundamente expressiva sobre outro. Aprende que harmonizar também é decidir o que a melodia vai esconder e o que ela vai confessar.

Não é exagero dizer que a IA pode encurtar anos de tentativa e erro cega. Não porque substitui a escuta, mas porque multiplica cenários. Ela oferece contraste em velocidade alta. Para quem estuda composição, arranjo, trilha sonora, canção popular, jazz, música para igreja, pop alternativo ou mesmo produção de beats mais sofisticados, isso vale ouro.

Reharmonizar é mudar a luz, não apenas trocar acordes

Esse talvez seja o ponto em que a conversa fica mais interessante. Reharmonização, com ou sem IA, costuma ser mal entendida como uma simples troca de nomes acima da melodia. Quem vive música por dentro sabe que não é assim.

Quando você reharmoniza, muda o mapa de expectativa do ouvinte. Uma nota que antes funcionava como repouso pode virar tensão deliciosa. Um trecho que parecia previsível ganha vertigem. Uma melodia inocente pode se tornar adulta. Uma frase já conhecida, até batida, encontra profundidade nova sem perder identidade. É quase como reencontrar alguém conhecido anos depois e perceber que o rosto é o mesmo, mas o olhar não é mais.

A IA entrou nesse território com força porque ela é muito boa em varrer possibilidades. Em vez de testar manualmente dezenas de caminhos, o músico consegue ouvir rapidamente versões que vão do conservador ao ousado. Esse ganho de velocidade, quando usado com senso crítico, não empobrece a arte. Na verdade, pode liberar energia mental para a parte que mais importa, que é decidir o sentido da música.

Claro que a ferramenta não entende sentido humano como a gente entende. Ela não sabe o que foi escrever uma melodia depois de uma perda, de uma alegria ridícula num fim de tarde ou de um amor que não coube em lugar nenhum. Quem sabe disso é o compositor. Só que a máquina pode ajudar a encontrar a moldura harmônica que melhor abriga essa experiência. Isso já é muito.

O fluxo de trabalho que faz sentido

O uso mais inteligente da IA em harmonização raramente começa com a ambição de deixar a máquina compor tudo. Começa com uma pergunta pequena e honesta. O que acontece com essa melodia se eu puxar a harmonia para mais luz. E se eu atrasar a resolução. E se eu trouxer um sabor modal. E se eu pedir menos acordes, não mais. E se eu tratar o refrão como repouso e o verso como instabilidade. Essas perguntas são ótimas porque obrigam o criador a continuar no centro do processo.

Na prática, o fluxo mais fértil costuma seguir um caminho quase artesanal. Primeiro vem a ideia musical bruta. Depois a IA oferece alternativas. Em seguida entra a poda, que é uma etapa muito humana. Corta o excesso. Troca o acorde vistoso pelo acorde necessário. Mantém um movimento de baixo que ninguém notaria isoladamente, mas que faz o trecho respirar. Remove a solução inteligente demais que parece querer impressionar mais do que servir à canção.

Esse ponto da poda merece carinho porque ele diz muito sobre o momento atual da criação assistida. A abundância virou problema. Há opções demais. O trabalho do músico, então, deixou de ser apenas inventar e passou a incluir selecionar com sensibilidade. Parece pouco glamouroso quando dito assim, mas não é. Saber o que não deve entrar numa música é uma forma madura de autoria.

A personalidade ainda mora no detalhe

Existe um medo recorrente em toda conversa sobre música e IA. Se a máquina consegue sugerir harmonias, onde fica a assinatura do artista. A resposta está menos no material bruto e mais na forma como ele é conduzido.

A personalidade de um compositor não vive apenas em descobrir acordes raros. Vive no tempo com que ele segura uma suspensão. Vive no jeito de preparar uma entrada do refrão. Vive na insistência com determinada cor harmônica, na recusa de resolver cedo demais, na preferência por certas extensões, no modo como a linha de baixo conversa com a melodia, no espaço que ele deixa para o silêncio. Vive até naquilo que ele evita por achar bonito demais para aquela música.

Nenhum sistema entrega isso pronto com a densidade de uma vivência humana. Pode sugerir repertório de soluções, pode ampliar o campo do possível, pode acelerar o esboço. Só que a assinatura aparece quando alguém escolhe o que merece ficar e, mais importante ainda, o que merece desaparecer.

Talvez o futuro da harmonização com IA seja menos sobre delegar e mais sobre refinar o ouvido. Quanto mais a ferramenta oferece, mais valioso fica o critério. Quanto mais fácil gerar, mais raro se torna editar com verdade.

O que vem pela frente

As pesquisas mais recentes já apontam para um cenário em que a harmonização assistida não se limita a encaixar acordes corretos sob uma melodia. A tendência é que esses sistemas considerem com mais precisão intenção emocional, contorno melódico, relação entre tonalidade e cor afetiva, além de níveis diferentes de complexidade rítmica e harmônica. Isso abre uma janela fascinante para trilha, canção autoral, arranjo coral, música funcional e educação.

Mas o salto mais interessante talvez não seja técnico. Seja sensível. A boa ferramenta de IA para harmonização não será a que sempre surpreende, nem a que sempre acerta segundo um padrão médio. Vai ser a que ajuda o músico a se reconhecer mais rápido dentro do próprio material. Parece contraditório dizer isso sobre tecnologia, só que faz bastante sentido. No fim das contas, compor continua sendo uma forma de escuta de si.

E aqui está o ponto que costuma passar despercebido quando a discussão fica barulhenta demais. A IA não torna a harmonia menos humana. Ela pode, em muitos casos, obrigar o humano a ser mais humano. Obriga a decidir melhor, ouvir mais fundo, perceber nuance, sustentar identidade diante de um mar de soluções plausíveis. Quando isso acontece, a harmonização deixa de ser um exercício de preencher espaços e volta a ser o que sempre foi nas mãos de quem cria de verdade, uma arte de revelar o sentido escondido de uma melodia.

Por que a indústria da música pode quebrar com a IA

indústria da música

Talvez você já tenha passado por isso: abre o Spotify, coloca uma playlist automática, e tudo ali parece tão perfeitamente alinhado ao seu gosto que chega até a incomodar. É como se alguém (ou algo) estivesse analisando você o tempo todo, cada clique, cada pausa, cada música que você pula. Bem, não parece: alguém realmente está. Ou melhor, algo. A inteligência artificial já faz isso muito bem há anos. Mas o que acontece quando essa IA não se limita apenas a sugerir músicas, e sim a criá-las?

Se você é como eu, já deve ter percebido que às vezes essas playlists, apesar de excelentes, deixam aquela sensação estranha de que algo falta. O que é exatamente esse “algo”? Talvez seja o fato de que música não é apenas uma sequência lógica de notas, acordes e padrões rítmicos. É também emoção, autenticidade, a história que um artista conta, o sentimento genuíno por trás da voz ou do instrumento. Quando essa parte humana se perde, resta a pergunta: o que sobra da música?

Economia ou armadilha?

À primeira vista, o uso da IA na criação musical parece uma grande vantagem econômica. Imagine um cenário onde uma gravadora pode gerar milhares de músicas por dia, com estilos variados, tudo por um custo ridiculamente baixo. Parece o sonho de qualquer empresário. Mas aqui mora o perigo: se a música se tornar um produto tão abundante e barato, ela perderá seu valor como algo único, original, fruto de criatividade e talento humanos. E é nesse ponto que a indústria musical pode começar a ruir.

Um exemplo disso já aconteceu em outras indústrias: lembra dos DVDs piratas nos anos 2000? Quando algo se torna excessivamente acessível e fácil de replicar, rapidamente perde valor aos olhos do consumidor. Não parece absurdo que algo similar aconteça com músicas feitas por inteligência artificial. Quanto mais simples for para uma máquina gerar hits, menos esses hits terão valor, especialmente quando começarem a soar cada vez mais genéricos, cada vez mais iguais.

Royalties e direitos autorais

E não se trata apenas de valor sentimental. Os artistas já enfrentam uma luta constante por remuneração justa nas plataformas de streaming. Agora imagine como seria o cenário com milhares de músicas feitas por IA inundando essas plataformas, diluindo ainda mais os royalties já escassos. Os artistas, especialmente os menores e menos conhecidos, poderiam ter ainda mais dificuldades para se destacar em meio a esse oceano automatizado. E se artistas novos param de surgir com qualidade e autenticidade, onde fica o futuro da indústria musical?

Cenário AtualCenário com IA desenfreada
Artistas lutando por royalties justosRoyalties ainda mais diluídos e escassos
Valorização da originalidadeExcesso de músicas semelhantes e genéricas
Incentivo à criatividade humanaCriatividade humana desvalorizada

Perdendo nossa identidade musical

Vamos além da economia por um instante. A música sempre esteve ligada à identidade cultural, à expressão individual e coletiva de uma geração. O rock dos anos 60, o pop dos anos 80, o hip-hop dos anos 90, tudo isso surgiu não apenas como entretenimento, mas como expressão profunda das emoções, conflitos e sonhos de cada época. E é aqui que um cenário dominado por IA poderia causar danos mais profundos e irreversíveis. Se uma máquina passar a ditar os rumos criativos da música, perdemos o que temos de mais valioso: nossa capacidade de contar histórias reais, expressar emoções autênticas e construir identidade cultural através da arte.

Você já foi a um show ao vivo de uma banda ou artista que realmente gosta? Aquela energia, aquela conexão imediata, aquele sentimento único. Será que uma IA conseguiria replicar algo assim? Por mais realistas que sejam as simulações e hologramas, dificilmente poderiam substituir completamente a autenticidade e a imprevisibilidade que apenas artistas humanos podem entregar.

E o público, como fica?

No fim das contas, tudo isso leva a uma reflexão importante sobre nós mesmos, ouvintes, consumidores de música e de sistemas de recomendação de músicas (que são os responsáveis por definir o que vamos ouvir na sequência). Quanto valor estamos dispostos a atribuir à música como arte genuína e quanto toleraremos uma indústria dominada pela lógica fria das máquinas?

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Pode parecer uma preocupação distante, quase exagerada. Mas, veja só, há menos de dez anos ninguém imaginava músicas completas feitas exclusivamente por IA, e hoje elas já existem. Não seria tão absurdo assim prever que, daqui a poucos anos, esse cenário poderá afetar profundamente nossa relação com a música e com os próprios artistas que tanto admiramos.

Se não começarmos a refletir e discutir agora os limites éticos e práticos da utilização da inteligência artificial na indústria musical, corremos o risco de acordar um dia com uma indústria que quebrou não por falta de tecnologia, mas por excesso dela.

E aí, talvez, já seja tarde demais para recuperar o que perdemos pelo caminho: a essência profundamente humana que faz da música algo mais do que som organizado, algo que toca nossa alma.

Fórmula da Importação é bom mesmo para aprender a importar

No nossos dias a demanda por produtos importados vem crescendo. Não é de hoje que se sabe que produtos trazidos dos EUA tem um desconto considerável comparado a alguns produtos brasileiros e roupas importadas. Um dos casos mais característicos é o caso dos suplementos esportivos.

 

Os pesquisadores e comerciantes vem descobrindo que marcas fantásticas de Whey Protein por exemplo não perdem a qualidade e mantém o preço se importado dos Estados Unidos. As roupas, principalmente roupas de marca como Nike, Adidas e Tomy tem uma significativa queda de preço no mercado americano. Isso porque essas marcas são nativas dos EUA, um  empresário quando comercializa o produto em terreno brasileiro tem de colocar ainda sua margem de lucro para que o negócio possa lhe render alguma coisa.

 

O mercado chinês também vem ganhando visibilidade,  importar mercadorias da China vem se apresentando como um grande negócio. O curso fórmula da importação irá auxiliá-lo a importar com as melhores técnicas de mercado para que você não perca muito dinheiro em taxas.

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É importante observar que esse curso tem uma garantia total de 1 mês, isso quer dizer que você tem 30 dias para solicitar o seu dinheiro de volta, caso o curso não venha suprimir suas expectativas. João Pedro, utilize para validar e implementar o seu sistema de garantia uma plataforma de pagamento muito  segura e com tradição que é o Hotmart.

 

João Pedro, autor da fórmula da importação oferece aulas de muita qualidade que ensinarão você a importar de forma prática e extremamente segura, isso sem falar na rapidez. Você vai perder as contas de quanto dinheiro poderá economizar ao recorrer a esse curso.

Além de tudo isso gostaríamos de salientar que a linguagem utilizada no curso Fórmula da importação é extremamente acessível e fácil para todos os públicos, os exemplos e o conteúdo são didáticos. O que João ensina pode ser aplicado e utilizado tanto por homens como mulheres, pois os produtos são diversos e variáveis.

 

A taxa de economia que você pode ter ao comprar o curso Fórmula da importação é até 4 vezes mais baratos do que os produtos vendidos comercialmente aqui no Brasil. Além disso há uma equipe de suporte a sua inteira disposição, para esclarecimento de dúvidas e do conteúdo trabalhado no curso por João.

 

Os depoimentos das pessoas que compraram o curso são extremamente positivos, elas tiveram ótimos resultados e experimentaram o que poucos no Brasil conhecem: comprar e importar com economia. O processo é totalmente legalizado e previsto na constituição nacional, o conteúdo da fórmula da importação é muito honesto.

 

Todas as técnicas ensinadas no curso podem até mesmo contribuir para abertura de uma loja, porque se você começa a comprar no exterior com vantagem, pode ter lucro em nosso próprio país.  Não tenha dúvida de que os maiores segredos do lojistas são revelados no curso a fórmula da importação, por isso é necessário que você o assista até o final.

 

O pagamento poderá ser realizado por meio de boleto bancário, cartão de crédito ou transferência, de acordo com sua preferência.

 

O Almoço mais quente da região está de volta, quem estava com saudades do Fornalha?!

Como nós também estávamos, nada melhor que fazer uma edição especialíssima pra lavar a alma e curtir 2014 adoidado! E o dia escolhido foi o tradicional domingão, dia 16 de Fevereiro, véspera de Carnaval e Copa do Mundo!

O Fornalha, que nessa 10ª edição traz o tema “O Pelé dos Almoços“, volta ao seu lugar de origem, o Atlas Buteco, e traz no cardápio a famosa Carne de Arado e o Arroz Marimbondo, receitas dignas de deixar qualquer um com água na boca. E para completar a festa, não poderia faltar a cerveja gelada e uma roda de samba quente, pra não deixar ninguém parado (nem seco).

Os convites pra curtir nossa festa podem ser garantidos através do site – www.quecorralavoz.com/fornalha – onde você preenche o formulário e garante sua reserva. O valor do ingresso é $30 (individual), com uma promoção especial para casais $50 (convite duplo)*. Os convites podem ser adquiridos apenas por reservas, e o pagamento deverá ser realizado na portaria do Fornalha após confirmação na lista de convidados.

O convite está feito, a festa tá pronta, a comida já está quase no fogo e todos já estamos suando! Garanta seu convite através do site, convide os parceiros(a), amigos e família e não percam o Pelé dos Almoços de 2014!  Lembrando que cada um trás seu prato e talheres de casa, pra contribuir com a nossa tradição, além de ganhar a sua caneca personalizada pra completar a coleção!

Nos vemos lá? Abasteça-se!

O Fornalha é realizado pela Família Que Corra La Voz e conta com o apoio do Supermercado Pague Menos.

*O convite duplo equivale apenas para casais (namorados, casados) e o formulário deverá ser preenchido com o nome das duas pessoas com a opção Casal (apenas o campo nome, as demais informações deverão ser preenchidas pelo titular do convite).

Um longa de animação com programação livre, porém não infantil.

A exibição dessa terça fica por conta do longa-metragem, que foi escolhido pelo público paulista como o Melhor Filme Brasileiro de Ficção na 37° Mostra Internacional de Cinema – SP.

Ingressos liberados 1h antes da exibição.

Direção: Otto Guerra e Ennio Torresan Jr. (BRA, 2013, cor, 83 min)

Sinopse: “Sbórnia é um pequeno país que sempre viveu isolado do resto do mundo, cercado por um grande muro que não permite o contato com os vizinhos. Um dia, no entanto, um acidente leva à queda do muro, e logo os sbornianos começam a descobrir os costumes modernos.”

Serviço

Quando: terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Horário: 20h
Quanto: Gratuito
Infos: No Teatro
Duração: 83 min
Classificação: Livre

SESC Piracicaba

Rua Ipiranga, 155 – Centro – Piracicaba / SP

(19) 3437.9292

Como soltar a voz com exercícios e aulas de canto

Sua voz merece um treinamento especial. Você, que ama música e acompanha sites musicais, eventos, espetáculos e shows precisa considerar a ideia de fazer algumas aulas de canto.

O site Descomplicando a Música dá várias dicas de canto para quem é iniciante e está aprendendo as primeiras técnicas vocais. O aprendizado de música se dá de forma progressiva, onde você pratica os exercícios guturais todos os dias para amaciar as cordas vocais e conseguir melhorar a técnica aos poucos.

Entre os principais atributos relevantes para serem estudados em uma aula de canto estão:

A dicção

os treinos de dicção vocal são feitos para melhorar a pronúncia das palavras das músicas. Uma letra de música muitas vezes possui palavras com sons anasalados ou com vogais abertas, e o cantor precisa saber pronunciar bem tudo para que a performance seja boa.

A afinação

Ser afinado é um pré-requisito básico para quem está aprendendo a cantar. Não basta saber cantar no tempo certo da música e ter uma pronúncia das palavras adequada, sem afinação sempre vai ficar feio e desagradável. Muitas pessoas nascem desafinadas e não possuem muito dom para a música, estas terão muito mais dificuldade em acertar a afinação. Mas mesmo quem é afinado de berço precisa praticar para não cometer erros em partes específicas da música.

O compasso

Ter um mínimo de conhecimento sobre compasso musical ajuda a cantar a música no tempo certo. Brincar em um karaoke online pode ajudar nesse aspecto.

A respiração

Pouca gente dá bola para isso, mas a respiração é um dos aspectos mais importantes do canto. Quem quer cantar músicas longas precisa saber respirar adequadamente. Alguns exercícios de resistência vocal são úteis para melhorar sua capacidade cardiorrespiratória, como os exercícios abaixo:

Aquecimentos

Por último, mas não menos importante, estão os aquecimentos que você deve fazer antes de começar a exercitar sua voz. Quando acordamos, você já reparou que ficamos com a voz mais grave (ou mais aguda dependendo do timbre natural de voz da pessoa)? Muitas pessoas se sentem meio rocas também. Antes de tentar cantar músicas difíceis, é muito importante aquecer as cordas vocais devidamente, fazendo vocalizes ou qualquer outro método de aquecimento prévio. O risco que você corre se não aquecer sua voz é de ter alguma lesão nas cordas vocais. O perigo não é somente não conseguir alcançar os agudos mais altos da música, e sim provocar algum tipo de lesão que venha a prejudicar sua voz por um bom tempo (ou até para sempre).

A alimentação

Não esqueça de se alimentar corretamente, comendo frutas (que contêm vitaminas essenciais para a saúde da voz) e, principalmente, tome bastante água! A água serve para hidratar sua voz e mantê-la saudável. Todo cantor precisa se preocupar com isso.

Show de Ney Matogrosso

O saudosíssimo Ney Matogrosso, um dos maiores artistas da música brasileira, nos fez uma visita no próximo dia 14 de Fevereiro cantando seus sucessos no show “Atento aos Sinais”.

O show aconteceu na RED Eventos, casa de shows localizada em Jaguariúna, e os ingressos variaram de R$40 a R$150 (confira preços e disponibilidade). A abertura dos portões estava prevista para as 20h30 e o início do show se deu às 23h.

Confira um dos grandes sucessos que não ficou de fora neste show imperdível.

Pra quem teve oportunidade, vale muito a pena conferir esse espetáculo. Maiores informações na Fã Page oficial da RED Eventos no Facebook.

Abasteça-se!